19/02/2026

O que são LETRAS (grafemas) na Língua Portuguesa?

O que são LETRAS (grafemas) na Língua Portuguesa?

Na Língua Portuguesa, as letras, cientificamente chamadas de grafemas, são as unidades mínimas que compõem o sistema de escrita. Elas são a representação visual e gráfica dos sons que produzimos ao falar.

Essencialmente, o grafema é o "desenho" que nossa cultura convencionou para registrar a linguagem no papel ou em telas digitais.

A Diferença entre Ver e Ouvir

Um dos pontos mais importantes para entender os grafemas é não confundi-los com os fonemas (os sons). Nem sempre existe uma simetria perfeita entre o que escrevemos e o que falamos.

  • Contagem distinta: Em palavras como "Hoje", temos 4 letras (H-O-J-E), mas apenas 3 sons, já que o "H" é um grafema mudo.

  • Sons duplicados: Na palavra "Táxi", usamos apenas 4 letras, mas ao pronunciar o "X", emitimos dois sons (K + S), resultando em 5 fonemas.

  • União de forças: Quando usamos duas letras para representar um único som, como o "CH" em "Chuva", temos 5 letras, mas apenas 4 sons. Esse fenômeno de duas letras agindo como um único grafema sonoro é chamado de dígrafo.

O Alfabeto e suas Funções

O alfabeto da Língua Portuguesa é composto por 26 letras (grafemas fundamentais), divididas entre vogais e consoantes. Desde o último acordo ortográfico, as letras K, W e Y fazem parte oficialmente desse grupo, sendo utilizadas principalmente em nomes próprios e termos de origem estrangeira.

Além das letras puras, utilizamos sinais diacríticos para modificar o valor de um grafema. É o caso do Ç (cedilha), onde o sinal abaixo da letra "C" indica que ela deve ser pronunciada com som de "S" antes de certas vogais.

Por que os Grafemas são complexos?

A Língua Portuguesa é rica e, por vezes, desafiadora porque um mesmo grafema pode assumir vários sons. O maior exemplo disso é a letra X, que visualmente é sempre a mesma, mas foneticamente pode variar entre o som de "Z" (Exame), "S" (Texto), "CH" (Lixo) ou "KS" (Anexo).

Podemos dizer que as letras são as ferramentas visuais que organizam o nosso pensamento escrito, servindo como uma ponte entre a ideia abstrata e a fala pronunciada.

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Como inserir FORMAÇÃO ACADÊMICA na Plataforma Lattes?

Como inserir FORMAÇÃO ACADÊMICA na Plataforma Lattes?

A Plataforma Lattes, mantida pelo CNPq, é o "RG" do pesquisador brasileiro. Ter um currículo bem estruturado é o primeiro passo para quem deseja ingressar em monitorias, iniciações científicas, mestrados ou editais de fomento.

Este tutorial guiará você por todas as etapas de inserção da Formação Acadêmica, desde o login inicial até o envio final para publicação, garantindo que sua trajetória educacional esteja corretamente documentada.

1. O Ponto de Partida: Acesso ao Sistema

Antes de inserir qualquer dado, você precisa acessar o ambiente de edição.

  1. Acesse o portal oficial: lattes.cnpq.br.

  2. No painel à direita, clique em "Atualizar currículo".

  3. Insira seu CPF (ou e-mail cadastrado) e a senha.

  4. Após o login, você verá a tela principal de edição com um menu superior azul.

2. Localizando o Módulo de Formação

A plataforma divide a formação em três categorias principais para manter o rigor acadêmico. Clique na aba "Formação" no menu superior para visualizar as opções:

  • Formação Acadêmica/Titulação: Onde se insere o ensino básico (médio), graduação e pós-graduação (stricto sensu e lato sensu).

  • Pós-Doutorado ou Livre-Docência: Reservado para títulos acadêmicos de nível superior ao doutorado.

  • Formação Complementar: Para cursos de curta duração, extensão, cursos de idiomas e workshops.

3. Passo a Passo: Inserindo uma Graduação ou Pós-Graduação

Este é o coração do seu currículo. Para cada etapa de sua formação, siga estes passos:

Passo A: Iniciar o Cadastro

Dentro da aba Formação, selecione "Formação Acadêmica/Titulação". Uma nova janela se abrirá. Clique no botão "Incluir novo item".

Passo B: Selecionar o Nível

Escolha o nível correspondente:

  • Graduação: Bacharelado, Licenciatura ou Tecnológico.

  • Especialização: Pós-graduação lato sensu (mínimo 360 horas).

  • Mestrado ou Doutorado: Pós-graduação stricto sensu.

Passo C: Identificar a Instituição (O uso da "Lupa")

A Plataforma Lattes trabalha com um banco de dados unificado.

  1. No campo "Instituição", clique no ícone da lupa.

  2. Digite o nome completo ou a sigla (ex: "USP" ou "Universidade de São Paulo").

  3. Dica crucial: Sempre tente encontrar a instituição na lista oficial. Se não encontrar, você poderá cadastrar uma nova, mas isso é raro para instituições brasileiras reconhecidas pelo MEC.

Passo D: Selecionar o Curso

Após escolher a instituição, clique na lupa do campo "Curso".

  • Se o curso aparecer na lista, selecione-o.

  • Se não aparecer, digite o nome conforme consta no seu histórico acadêmico e clique em "Cadastrar novo curso".

Passo E: Status e Prazos

Informe o Ano de Início e o Status (Concluído, Em Andamento ou Incompleto).

  • Se estiver concluído, informe o ano de conclusão.

  • Se for bolsista, marque a caixa correspondente e selecione a agência de fomento (CAPES, CNPq, FAPESP, etc.).

4. Inserindo Detalhes do Trabalho de Conclusão (TCC, Dissertação ou Tese)

Para graduações e pós-graduações, a plataforma exige os dados da produção final.

  1. Título: Digite o título exato do seu trabalho.

  2. Nome do Orientador: Clique na lupa para buscar o nome do seu orientador na base do Lattes. É fundamental vinculá-lo corretamente para que o sistema reconheça a árvore acadêmica.

  3. Palavras-chave: Insira termos que definam sua pesquisa, facilitando a indexação do seu perfil em buscas por temas específicos.

5. Formação Complementar: O Diferencial

Muitos estudantes esquecem de alimentar esta seção. Nela, você deve inserir:

  • Cursos de Extensão: Realizados dentro ou fora da universidade.

  • Idiomas: Embora haja uma aba específica para "Idiomas" (onde você avalia sua proficiência), cursos formais de línguas com certificado podem ser citados aqui.

  • Cursos de Verão/Inverno: Comuns em áreas de exatas e biológicas.

Como fazer: Vá em Formação > Formação Complementar > Incluir novo item. Preencha a carga horária total e o nome da instituição.

6. Boas Práticas e Erros Comuns

Para manter um currículo profissional e evitar problemas em processos seletivos, atente-se a estes pontos:

Erro ComumForma Correta
Abreviações excessivasUse nomes extensos para instituições e cursos (ex: use "Universidade Federal" em vez de "Univ. Fed.").
Confundir Especialização com MestradoPós-graduação lato sensu é Especialização (MBA, etc). Mestrado é stricto sensu.
Esquecer o TCCMesmo na graduação, o título do TCC e o nome do orientador são fundamentais para mostrar sua linha de pesquisa.
Não atualizar cursos em andamentoAssim que terminar um semestre ou concluir o curso, altere o status de "Em andamento" para "Concluído".

7. O Passo Final: Enviar para o CNPq

Atenção: Salvar os dados na tela de edição não significa que eles estão públicos. O Lattes funciona com um sistema de "rascunho".

  1. Após preencher tudo, note que aparecerá um aviso em vermelho no topo da página: "Existem alterações em seu currículo que ainda não foram enviadas ao CNPq".

  2. Clique no botão "Enviar" (ícone de um envelope ou no link do aviso).

  3. Leia e aceite os termos de responsabilidade.

  4. Clique em "Enviar ao CNPq".

  5. Aguarde: A atualização pode levar de alguns minutos até 24 horas para aparecer na consulta pública.

8. Organizando a Hierarquia (Dica de Especialista)

O Lattes organiza a formação automaticamente de forma cronológica decrescente (do mais recente para o mais antigo). No entanto, certifique-se de preencher todos os níveis anteriores.

Se você é doutorando, seu currículo deve obrigatoriamente listar:

  1. Doutorado (em andamento)

  2. Mestrado (concluído)

  3. Graduação (concluída)

  4. Ensino Médio (opcional para quem já tem nível superior, mas recomendado para preencher o histórico completo).

Conclusão

Manter a formação acadêmica atualizada na Plataforma Lattes é um exercício de paciência e precisão. Cada detalhe, desde o nome correto do orientador até a carga horária de um curso de extensão, contribui para a construção de uma imagem sólida no meio científico. Lembre-se de sempre ter seus certificados e diplomas em mãos durante o preenchimento para garantir a veracidade dos dados. 

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17/02/2026

O que significa OBNUBILAR na Língua Portuguesa?

O que significa OBNUBILAR na Língua Portuguesa?

Derivada do latim obnubilare, a palavra significa, literalmente, cobrir de nuvens ou obscurecer. No sentido figurado, é usada para descrever o ato de confundir o pensamento, turvar a visão ou fazer com que algo perca o brilho e a nitidez. Sabe aquele momento em que a emoção fala mais alto e você não consegue raciocinar direito? Pois é, seus pensamentos foram obnubilados.

Análise Linguística

  • Classe Gramatical: Verbo transitivo direto e pronominal (obnubilar-se).

  • Separação Silábica: ob-nu-bi-lar.

  • Transitividade: Requer um complemento (alguém obnubila algo ou alguém).

Sinônimos e Antônimos

Sinônimos (Para variar o vocabulário)Antônimos (Para trazer clareza)
ObscurecerClarear
TurvarClarificar
OfuscarIluminar
ConfundirDesanuviar
EnsombrarElucidar

Exemplos de Uso em Orações

  1. No sentido intelectual: "O cansaço extremo acabou por obnubilar o raciocínio do palestrante, que esqueceu os pontos principais do discurso."

  2. No sentido emocional: "Não deixe que a raiva venha a obnubilar o seu julgamento sobre a situação; respire antes de decidir."

  3. No sentido físico/visual: "A névoa densa começou a obnubilar a vista da montanha, impedindo que os alpinistas seguissem viagem."

O termo é muito comum em contextos jurídicos, médicos (especialmente em psiquiatria para descrever estados de consciência) e literários. Se você usá-lo em uma conversa casual, certamente dará um toque de erudição à sua fala!

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14/02/2026

O que é ADVÉRBIO na Língua Portuguesa?

O que é ADVÉRBIO na Língua Portuguesa?

Na gramática, o advérbio é a classe de palavras que tem a função de modificar um verbo, um adjetivo ou até mesmo outro advérbio. Eles servem para indicar uma circunstância (como tempo, lugar, modo, intensidade, entre outras).

Uma característica fundamental do advérbio é que ele é invariável. Isso significa que ele não muda para o plural ou para o feminino/masculino.

A Função na Prática

  • Modificando um Verbo: "Ele correu muito." (Indica a intensidade da ação).

  • Modificando um Adjetivo: "Ela é extremamente inteligente." (Intensifica a característica).

  • Modificando outro Advérbio: "O time jogou muito mal." (Intensifica outro advérbio).

Exemplos de Uso em Orações

Para facilitar, separei exemplos com diferentes classificações de advérbios:

1. Advérbio de Tempo

"Nós viajaremos amanhã para a praia."

  • Explicação: O advérbio "amanhã" indica o momento em que a ação de viajar ocorrerá.

2. Advérbio de Modo

"O palestrante falou pausadamente com o público."

  • Explicação: O advérbio "pausadamente" (muitos terminados em -mente são de modo) explica a maneira como o palestrante falou.

3. Advérbio de Lugar

"Os documentos estão guardados ali, dentro da gaveta."

  • Explicação: O advérbio "ali" situa espacialmente onde os documentos se encontram.

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O que significa PEREBENTO na Língua Portuguesa?

O que significa PEREBENTO na Língua Portuguesa?

Perebento é um termo informal, muito comum em diversas regiões do Brasil, utilizado para descrever alguém ou algo que está repleto de perebas (feridas cutâneas, crostas, inflamações ou pequenas pústulas na pele).

Embora tenha uma origem ligada à saúde física, o termo costuma ser usado de forma leve, pejorativa ou até carinhosa, dependendo do contexto e da intimidade entre os interlocutores.

Informações Gramaticais

  • Classe Gramatical: É um adjetivo. Pode ser flexionado em gênero (perebento / perebenta) e número (perebentos / perebentas).

  • Separação Silábica: pe-re-ben-to.

  • Estrutura: Deriva do substantivo "pereba" + o sufixo "-ento" (que indica abundância ou provido de algo).

Sinônimos

Feridento, sarnoso, machucado, ulcerado, escabioso.

Antônimos

Saudável, ileso, limpo, curado, íntegro.

Exemplos de Uso

  1. "Aquele vira-lata perebento que vivia na rua foi adotado e agora está com o pelo brilhando."

  2. "Menino, para de cutucar esse machucado, senão você vai ficar todo perebento!"

  3. "O joelho dele ficou perebento depois daquela queda de bicicleta no asfalto quente."

Curiosidade: Em algumas regiões, "perebento" também pode ser usado de forma figurada para descrever algo de má qualidade ou que vive dando defeito (como um carro ou um computador antigo).

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O que é CONJUNÇÃO na Língua Portuguesa?

O que é CONJUNÇÃO na Língua Portuguesa?

Na gramática, a conjunção é a palavra invariável que tem a função de ligar duas orações ou dois termos de mesma função sintática dentro de uma frase. Ela estabelece uma relação lógica entre essas partes, que pode ser de adição, oposição, causa, tempo, condição, entre outras.

Basicamente, a conjunção serve para dar coesão e sentido ao texto, indicando como uma ideia se relaciona com a outra.

Exemplos de Uso em Orações

As conjunções podem mudar completamente o tom de uma frase. Veja estes três tipos comuns:

1. Conjunção Aditiva (Ideia de soma)

  • Exemplo: "Fui ao mercado e comprei frutas."

  • Explicação: A palavra "e" une duas ações que aconteceram de forma complementar.

2. Conjunção Adversativa (Ideia de contraste)

  • Exemplo: "Estudei muito para a prova, mas não consegui a nota que queria."

  • Explicação: A palavra "mas" introduz uma ideia de oposição ou frustração em relação à primeira parte da frase.

3. Conjunção Condicional (Ideia de hipótese)

  • Exemplo: "Eu te ajudo com o projeto se você tiver tempo amanhã."

  • Explicação: A palavra "se" estabelece uma condição necessária para que a ajuda aconteça.

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O que é PREPOSIÇÃO na Língua Portuguesa?

O que é PREPOSIÇÃO na Língua Portuguesa?

A preposição é aquela palavra "cola". Ela é invariável (ou seja, não muda para masculino, feminino ou plural) e tem a função de ligar dois elementos em uma frase, estabelecendo uma relação de dependência ou sentido entre eles.

Sem a preposição, as frases muitas vezes pareceriam apenas um amontoado de palavras soltas. Ela ajuda a definir ideias de lugar, tempo, modo, causa, posse, entre outras.

Aqui estão três exemplos práticos de como elas funcionam no dia a dia:

Preposição indicando Lugar

Neste caso, a preposição conecta o verbo ao substantivo para nos dizer onde algo está.

  • Frase: "O livro está sobre a mesa."

  • Explicação: A palavra sobre liga o "livro" ao seu local ("mesa"). Se disséssemos apenas "O livro está a mesa", a frase perderia o sentido lógico.

Preposição indicando Posse

Usamos preposições para mostrar que algo pertence a alguém ou faz parte de algo.

  • Frase: "Este é o carro de João."

  • Explicação: A preposição de estabelece uma relação de propriedade entre o "carro" e o "João".

Preposição indicando Companhia

Ela também serve para mostrar com quem uma ação é realizada.

  • Frase: "Eu vou ao cinema com meus amigos."

  • Explicação: A palavra com une o locutor ("Eu") às pessoas que o acompanham, criando a ideia de união na ação de ir ao cinema.

Dica de mestre: As preposições essenciais mais comuns são: a, ante, após, até, com, contra, de, desde, em, entre, para, per, perante, por, sem, sob, sobre, trás.

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O que é VERBO na Língua Portuguesa?

O que é VERBO na Língua Portuguesa?

Verbo é a palavra que indica uma ação, um estado, um processo ou um fenômeno da natureza. Ele é o núcleo da oração, o que significa que quase tudo em uma frase gira em torno dele.

O que torna o verbo especial é a sua flexibilidade: ele se molda para indicar quem fala (pessoa), quantos falam (número), quando acontece (tempo) e de que maneira acontece (modo).

Tipos de Verbos (Quanto ao Sentido)

Para facilitar, podemos dividir os verbos em três categorias principais baseadas no que eles expressam:

  1. Verbos de Ação: Indicam algo que está sendo feito pelo sujeito.

    • Exemplos: Correr, pular, estudar, construir.

  2. Verbos de Estado: Indicam uma característica, uma qualidade ou uma condição momentânea.

    • Exemplos: Ser, estar, parecer, ficar.

  3. Verbos de Fenômeno da Natureza: Indicam eventos climáticos (geralmente não possuem um sujeito humano).

    • Exemplos: Chover, ventar, anoitecer, trovejar.

Conjugações Verbais

Na língua portuguesa, os verbos se agrupam em três "famílias" de acordo com a sua terminação no infinitivo:

  • 1ª Conjugação: Terminados em -ar (ex: Cantar, Falar).

  • 2ª Conjugação: Terminados em -er ou -or (ex: Comer, Pôr).

  • 3ª Conjugação: Terminados em -ir (ex: Sorrir, Partir).

Exemplos de Uso em Orações

Veja como o verbo se comporta na prática, mudando o sentido da frase:

  1. Ação no Presente:

    "Os alunos estudam gramática com dedicação."

    • (Aqui, "estudam" indica uma atividade ativa realizada pelo grupo.)

  2. Estado no Passado:

    "Ela parecia cansada após a reunião."

    • (O verbo "parecia" liga o sujeito a uma condição ou aparência, não a um movimento.)

  3. Fenômeno da Natureza no Futuro:

    "Nevará muito nas montanhas amanhã."

    • (O verbo "nevará" descreve um evento natural sem um executor específico.)

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