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 "Dói. Eu sei que dói. Dói muito. Dói tanto que, às vezes, a gente pensa que não vai aguentar a dor, mas aguenta e, mesmo que demore, ela passa, mas não passa devido ao esquecimento; passa porque vira outra coisa, geralmente uma cicatriz, e você sabe... nenhum machucado cicatriza antes de doer." — Frederico Lima

Frederico Lima

  "Nos dias em que dói, entre um “inspirar pelo nariz e expirar pela boca” para atenuar a angústia/ansiedade, a gente se dá conta de que cresce tão rápido que, às vezes, acaba esquecendo de que, lá no fundo, ainda somos todos um pouquinho crianças querendo colo e cafuné para acalmar o nosso medo do mundo." —   Frederico Lima
"Ainda dói, eu sinto isso, mas já estou conseguindo viver sem você no meu mundo. No começo (depois do fim), foi muito difícil lidar com tudo isso, com a distância, com o fato de o smartphone não tocar à noite, de não ouvir o som das mensagens chegando e ter que ficar horas e mais horas acordada, lembrando que, quando estávamos juntos, chegávamos a conversar durante quatro horas seguidas, todas as noites. No começo, não sabia o que fazer quando chegava aquele momento da noite que era só nosso, em que, mesmo estando longe, a gente sentia como se estivéssemos perto um do outro." Do livro Quando o amor envelhece , de Frederico Lima , 2018.