"Ainda dói, eu sinto isso, mas já estou conseguindo viver sem você no meu mundo. No começo (depois do fim), foi muito difícil lidar com tudo isso, com a distância, com o fato de o smartphone não tocar à noite, de não ouvir o som das mensagens chegando e ter que ficar horas e mais horas acordada, lembrando que, quando estávamos juntos, chegávamos a conversar durante quatro horas seguidas, todas as noites. No começo, não sabia o que fazer quando chegava aquele momento da noite que era só nosso, em que, mesmo estando longe, a gente sentia como se estivéssemos perto um do outro."
Do livro Quando o amor envelhece, de Frederico Lima, 2018.
"Chamamos de sintoma analítico, em psicanálise, o sintoma incorporado ao processo de análise, isto é, quando o sintoma passa a ser analisado dentro do quadro/setting analítico, o qual começa a ser visto também sob a influência de processos inerentes à clínica, como é o caso da transferência." — Frederico Lima
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